A inspiradora jornada de Derek Walz, de apenas 8 anos em Pewaukee (Wisconsin, EUA), mostra que qualquer pessoa — de qualquer lugar do mundo — pode ser agente de inclusão. Ao observar um colega sem fala isolado durante o recreio, Derek mobilizou sua comunidade, arrecadou US$ 5 000 e, em parceria com a Smarty Symbols, criou três pranchas de comunicação que transformaram o playground em um espaço acessível para todos.
Neste artigo, você vai conhecer:
A história de Derek e sua campanha de arrecadação
O que são pranchas de comunicação e seus benefícios
Como a Smarty Symbols cuidou de todo o design, personalização, produção e envio
Como você pode replicar essa iniciativa no Brasil — sem complicações
Derek Walz e o Sonho de um Recreio Inclusivo
Em Pewaukee, Derek observou que o recreio era um momento de alegria para muitos, mas de frustração para quem não falava. Determinado a mudar isso, ele:
Conversou com a mãe, Cathy, e descobriu o conceito de pranchas de comunicação.
Arrecadou US$ 5 000 junto a amigos, familiares e vizinhos.
Consultou fonoaudiólogos das escolas locais para definir altura, layout e símbolos ideais.
Escolheu a Smarty Symbols para projetar e fabricar as pranchas customizadas.
“Quero que todo aluno tenha voz no recreio. Essas pranchas permitem que eles digam o que querem brincar.”
— Derek Walz
O Que São Pranchas de Comunicação?
Pranchas de comunicação são painéis ilustrados com ícones que representam palavras, ações e emoções. Elas permitem que estudantes não-verbais ou com fala limitada apontem para expressar necessidades, sentimentos e preferências. Benefícios principais:
Inclusão social: todos participam de brincadeiras coletivas.
Desenvolvimento de vocabulário: uso de símbolos reforça a aprendizagem de novas palavras.
Autonomia e segurança: crianças pedem “água”, “pausa” ou “ajuda” sem depender de um intermediário.
Da Escolha ao Envio: O Processo Descomplicado
A grande lição de Derek é que você não precisa saber desenhar ou contratar vários fornecedores. A Smarty Symbols cuida do passo a passo:
Briefing e Personalização
Seleção de símbolos junto à sua equipe ou fonoaudiólogo.
Inclusão de logos, cores e nome da escola ou bairro.
Design e Ilustração
Criação de um layout intuitivo, com codificação por cores (substantivos, verbos, emoções).
Adaptação de ícones para representar diversidade.
Produção Local em Salvador, Bahia
PVC Expandido 15 mm (alta densidade, célula fechada, revestido com filme vinílico UV).
Poliestireno de Alto Impacto 3 mm (duas camadas de PET metalizada + vinil à prova d’água).
Expedição e Manual de Instalação
Entregamos a prancha pronta: basta fixar postes ou painéis com os suportes inclusos.
Manual passo a passo e suporte remoto para garantir posicionamento ideal em altura e nivelamento.
Instalação Autônoma: Mão na Massa com Derek
A imagem mostra Derek Walz em ação, usando uma furadeira para perfurar a borda de sua prancha personalizada — um momento que simboliza seu protagonismo e dedicação ao projeto.
Derek não apenas arrecadou fundos e definiu o design das pranchas de comunicação: ele próprio participou da instalação com sua mãe e colegas do curso de marcenaria. Com ferramentas básicas — furadeira, parafusos e postes de madeira — ele garantiu que cada prancha ficasse firme e alinhada à altura ideal para todos os colegas. As fotos a seguir revelam o resultado desse esforço compartilhado, com as três pranchas já montadas e prontas para uso no recreio:
Perfuração e Fixação
Derek marcou e perfurou cada ponto de fixação, aprendendo na prática sobre precisão e segurança.
Montagem de Postes
Ele e sua equipe de voluntários posicionaram os postes no solo, usando nível e hastes para assegurar estabilidade.
Ajuste Final e Teste de Acessibilidade
Antes de liberar o uso, Derek conferiu pessoalmente a altura e o ângulo dos painéis, garantindo que fossem facilmente alcançáveis por todos os seus colegas.
Esse exemplo de “faça você mesmo” mostra como as pranchas de comunicação da Smarty Symbols foram desenvolvidas para serem instaladas de forma simples e rápida, sem necessidade de mão de obra especializada. Qualquer escola, parque ou comunidade no Brasil pode replicar esse passo a passo, trazendo autonomia e protagonismo às pessoas que mais precisam ser ouvidas.
